A Arian

Arian é quem escreve com você, e entende de cada formato

É a inteligência por trás de tudo aqui. Não é um assistente que responde qualquer coisa: é uma roteirista que sabe o que segura um reels nos três primeiros segundos, o que sustenta uma aula de quarenta minutos, o que faz alguém comprar numa live, e onde o texto cabe numa foto. Você pede; ela devolve a coisa pronta, no formato certo.

Ela escreve para ser falado em voz alta, não lido em silêncio: frase curta, uma ideia por frase, nada que faça tropeçar na terceira leitura. E nunca inventa um número.

A mesma pergunta, quatro respostas diferentes

“Como escolher um tripé pra gravar em casa?” Num reels vira gancho, corpo e chamada. Numa aula vira promessa, quatro blocos e as passagens entre eles. Numa live vira material por momento, com as dúvidas do chat já respondidas. Num post vira texto em cima da foto, no lugar onde dá pra ler.

Na demonstração, o mesmo pedido gera um reels em três partes, uma aula com promessa e quatro blocos, o material de uma live por momento com as respostas prontas, e um post com o texto posicionado sobre a foto.

Reels, Shorts e TikTok

Num reels, ela escreve pros três primeiros segundos

Quem tropeça nos três primeiros segundos perde o vídeo inteiro. Por isso a Arian não devolve um gancho: devolve três, diferentes entre si: um começa por um problema concreto, outro por uma cena, outro por uma afirmação direta. E diz qual segura, e por quê.

O corpo vem na ordem em que convence, entre quarenta e noventa segundos falados. A chamada é uma frase: o que a pessoa faz agora. E se a pesquisa do produto trouxe uma reclamação, ela entra como honestidade em vez de sumir, porque esconder é o que faz o vídeo parecer anúncio.

  • Três ganchos, cada um por um mecanismo de atenção diferente
  • Corpo de 40 a 90 segundos, e a chamada numa frase
  • Escreveu três aberturas? Cada uma vira uma tomada no Modo Série

Aula, curso e apresentação

Numa aula, ela monta o esqueleto que segura quarenta minutos

Uma aula não é um reels esticado: “para tudo” e “ninguém te contou” cansam no minuto dois. O que segura meia hora é outra coisa, e é isso que ela escreve: a promessa concreta do que a pessoa vai saber fazer no fim, o mapa de em quantas partes o assunto se divide, de três a seis blocos com uma ideia cada, a frase de passagem que fecha um bloco e abre o seguinte, e a retomada a cada dois blocos, pra quem entrou distraído voltar.

Na avaliação, ela não dá nota de abertura, porque numa aula a abertura é dois por cento do material. Ela dá nota pra estrutura, pras transições e pra repetição, e aponta o trecho exato onde a atenção cai.

  • Promessa, mapa, blocos, passagens, retomada e fecho
  • O texto já volta quebrado onde você respira, no formato da estante
  • Onde a atenção cai, com o trecho copiado e a troca pronta

Live Shop

Numa live, ela estuda o produto e fala no seu ouvido

Você cola o link, solta um print ou escreve marca e modelo. A Arian lê a página, as avaliações de quem comprou e as reclamações que mais se repetem, e devolve o material da live já separado pelo momento em que cada frase se usa: apresentar, mostrar, responder, vender e provar, com reaberturas pra quem acabou de entrar, os gestos pra fazer na câmera, e as dúvidas que o chat vai fazer sobre aquele produto, cada uma com a resposta e o jeito de dizer.

No ar, ela mede o relógio e o microfone: silêncio comprido, tempo sem pedir a compra, gente nova sem reapresentação, o bloco do produto acabando. Todo aviso já vem com a frase que resolve, e ela pode dizer a frase no seu fone, como um ponto de diretor, pra você não tirar o olho da câmera.

  • Material em cinco momentos, a partir de avaliação real
  • As objeções mais frequentes, com a resposta e o gesto
  • Três coisas que não dá pra prometer sobre esse produto
  • Ponto no ouvido: ela fala a frase no seu fone

Post, carrossel e story

Num post, ela olha a foto antes de escrever

Você manda a foto e diz o que quer. A Arian vê a imagem, escreve a partir do que está nela, não em cima dela, e mede o contraste em três zonas, topo, centro e base, antes de decidir onde o texto vai. Onde a foto é agitada, o texto ganha fundo; o que não cabe é reescrito mais curto, nunca espremido nem cortado com reticências.

Com duas fotos ou mais, ela monta um carrossel coerente: uma ideia por lâmina, na ordem em que a história se conta. E a legenda vem junto, pronta pra colar na rede.

  • Texto escrito a partir da foto, posicionado onde dá pra ler
  • Carrossel de várias fotos, e cinco versões da mesma peça
  • A legenda pra colar, e a peça no tamanho de cada rede

Quatro coisas que ela faz com um roteiro

Escrever cria do zero. Corrigir mexe no mínimo. Avaliar não mexe em nada. São três trabalhos diferentes, e um prompt só que “melhora” faria os três de uma vez e mal.

Ela cria

De um tema, ou de uma frase descrevendo o vídeo. Uma abertura que faz alguém parar, o corpo na ordem em que a ideia se constrói, e um fecho: o que quem assistiu faz agora.

O que volta

  • título, abertura, corpo e fecho
  • num reels: três ganchos, corpo e chamada

Ela gera de um link ou de um print

Cola o link do produto ou sobe um print da página. Ela lê antes de escrever, e o roteiro sai com o que aquele item tem de verdade, não com adjetivo de anúncio.

O que volta

  • só o que está no material: se ninguém citou duração, ela não fala de duração
  • a reclamação encontrada entra como honestidade

Ela corrige

Ortografia, concordância, a frase que não cabe numa respiração, a repetição, o ritmo que tropeça, o número escrito de um jeito que ninguém fala. O vocabulário é seu e continua seu: se você escreve “massa”, continua “massa”.

O que volta

  • o texto, com o mínimo mexido
  • a lista do que mudou, em até oito linhas: “quebrei a frase do terceiro parágrafo, tinha 42 palavras”

Ela avalia

Não reescreve. Dá nota de zero a dez pra clareza, ritmo e abertura (numa aula, pra estrutura, transições e repetição) e um veredito numa frase, sem elogio de cortesia. Cada sugestão traz o trecho exato e a proposta pronta pra entrar no lugar: crítica sem alternativa é trabalho devolvido.

O que volta

  • três notas e um veredito
  • de duas a cinco trocas com trecho, proposta e porquê, aplicáveis num toque

Análise de conteúdo

Ela lê o que viralizou, e te diz o que dá pra repetir.

Manda um reels que funcionou, seu ou de outra pessoa: uma descrição, um print, quadros do vídeo, a legenda. A Arian devolve a mecânica, não o elogio: qual foi o gancho e por que ele segura, como o ritmo funciona, o que segura a atenção no meio e o que impede dela cair, a espinha do conteúdo em passos curtos.

E fecha com três a cinco padrões concretos, escritos como instrução: “abrir com o preço antes de mostrar o produto”, “trocar de enquadramento a cada frase”. Nada de “ser autêntica”. Esses padrões ficam guardados com ela, e entram na próxima peça que você pedir. É a parte que não existe em ferramenta nenhuma: a análise vira escrita.

  • O gancho

    Qual foi, e a mecânica de por que ele segura.

  • O ritmo

    Cortes, texto na tela, pausas, velocidade da fala: só o que dá pra ver no que você mandou. Se uma imagem parada não deixa ver o ritmo, ela diz isso.

  • A atenção e a estrutura

    Onde ela cairia e o que impede; a espinha em passos: promessa, prova, virada, convite.

  • O que dá pra repetir

    Três a cinco padrões, como instrução. Guardados, e usados na próxima escrita.

Arian Fast e Arian Pro

A mesma Arian, em dois ritmos. Você escolhe a cada pedido, em todo lugar onde ela escreve, e a escolha fica lembrada.

Arian Fast

Responde em segundos. É a que você chama pra uma legenda, uma variação, encurtar uma frase que não coube, ou o texto de uma peça simples: o trabalho que não precisa de muita conta e não pode te fazer esperar.

Arian Pro

Pensa mais antes de responder. É a que monta o post a partir da foto, o carrossel de várias lâminas, a análise do que viralizou e os roteiros: onde a diferença entre bom e ótimo é uma decisão, não uma frase.

No gratuito a Arian Fast escreve com você todo dia, e os primeiros 50 créditos vêm com a Pro inteira pra você ver a diferença. Depois dela, a Pro vem no Criador, e a escolha fica lembrada.

O que ela não faz, de propósito.

Do outro lado tem alguém com a câmera aberta, lendo em voz alta o que ela escreveu, muitas vezes ao vivo. Um número inventado vira uma promessa feita a um público real. Por isso as regras abaixo valem mais que qualquer frase bonita.

  • Nunca inventa número

    Preço, porcentagem, prazo, nota, quantidade de vendas: só entram se estiverem no material. Se não estão, ela escreve a frase sem o número.

  • Nunca inventa garantia, entrega, troca ou estoque

    Se o chat vai perguntar e o dado não veio, a resposta sai com a lacuna à vista, “os tamanhos que eu tenho hoje são ___”, pra você completar na hora. E ela lista as três coisas que não dá pra prometer sobre aquele produto.

  • Nunca inventa cliente

    Depoimento só a partir de avaliação que veio, entre aspas, ou do que você contou. Se não veio nenhuma, a lista volta vazia.

  • Nunca promete resultado

    “Você vai vender mais” é promessa; “mostra o produto funcionando” é instrução. Ela escreve a segunda.

  • Não escreve o que você não pode cumprir

    Se o material não diz que tem frete grátis, não existe frete grátis.

  • Não chuta quando não entendeu

    Se o pedido não dá pra entender nem com a foto, ela pergunta o que falta em vez de devolver um gancho genérico.

Pede o seu primeiro à Arian. Ela pergunta o que você vai fazer hoje.

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